Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Drácula 1931

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DRÁCULA
(Dracula, 1931, EUA)

 

 

 

 

 

Erguendo-se ameaçadoramente entre as sombras dos Montes Cárpatos, na Transilvânia, o castelo do Conde Drácula põe medo nos corações dos habitantes dos habitantes do vilarejo próximo ao castelo. O misterioso conde é uma criatura da noite, sedutora e perigosa quando com sede. Mas o monstro acha ter encontrado a reencarnação de seu grande amor ao conhecer uma bela jovem americana, extremamente parecida com sua antiga amada.

 

 
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Primeira adaptação oficial do livro de Bram Stocker ("Nosferatu",

de 1922, foi inpirado em Drácula, mas por problemas de direitos autorais, foram mudados nomes de personagens). Pelo contrário do que muitos pensam, o filme é muito mais uma adaptação da peça teatral em cartaz na época do que do livro. Junto com "Frankenstein", deu início a grande fase dos Estúdios Universal, que se especializaria em filmes de terror, adaptando dezenas de personagens clássicos (vampiros, mumias, lobisomens e zumbis entre outros). Mas o filme se tornou um dos maiores clássicos da história do cinema, em grande parte pela interpretação magistral do húngaro Bela Lugosi (que já havia interpretado o Conde na peça da Broadway em 1927). Lugosi não falava inglês na época e decorou apenas as falas do filme, repetindo-as na gravação das cenas do filme. Lugosi, junto com Bóris Karlloff, se elevou ao patamar de "astro", entrando pra sempre no rol dos icones do cinema de horror.

Foram rodados simultaneamente dois filmes sobre Drácula, uma versão para ser exibida nos cinemas norte-americanos e outra versão espanhola estrelado por Carlos Villarias e Lupita Tovar. Ambos as produções dividiram os mesmos sets de filmagens, sendo que a versão ianque era rodado durante o dia e a versão espanhola era filmada à noite. A versão espanhola é bem mais difícil de ser encontrada nos dias atuais, mas é considerada por muitos superior a versão americana.

Devido a censura, e ao medo de chocar demais as platéias, não vemos nesta primeira versão de Drácula seus caninos e nem o sangue de suas vítimas. O diretor Tod Browning precisou substituir os ratos da sequência inicial por "gambás" (a censura da época achou que ratos no filme seria algo muito impróprio para o momento de recessão em que os EUA passavam). O quê os ratos têm haver com isso?

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

Hoje em dia, o filme não mete medo mais em ninguém, mas na época de seu lançamento ambulâncias ficavam de plantão do lado de fora, para atender caso alguém passasse mal. A sequência direta de "Drácula" produzida para o cinema foi "A Filha de Drácula (1936)", também produzido pela Universal.

Porém, "Drácula", ainda hoje é muito saboroso de ser assistido. Indispensável para os fãs do cinema de horror.

 

 

NOTA:  9.5

 

 

 

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publicado por Roberta Vampire às 01:55
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